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Igreja realiza festival de “música gospel trans”

Resultado de imagem para O liberalismo que grassa nas igrejas norte-americanas cada vez mais surpreende pela ousadia. Depois de defender o casamento homossexual, a denominação Igreja Unida de Cristo decidiu dar “um passo além”.
Afiliada a essa denominação, a Primeira Igreja Unida de Cristo em Somerville, Massachusetts, está anunciando um festival de “Música Gospel Trans”.
Realizado neste final de semana, o evento é ideia do pastor James Adams, que também atende pelo nome artístico de Serenity Jones. Sim, ele é uma drag queen!
O festival anuncia que Deus pode ser chamado de “diva” ou uma “menina”, e pede que os participantes usem sua criatividade, talento artístico e musical, e a moda para louvar a Deus.
“O que drag queens têm a ver com Jesus ou o evangelho? Nesta igreja acreditamos que Deus não criou nada ruim”, escreve Adams. “Então, se você é hetero, gay, lésbica, bissexual, transgêneros, saiba que Jesus te ama e nós também! Amém, baby! Então venha e participe desta igreja! ”
Adams relata que a ideia do evento “gospel trans” e seu desejo é mostrar que a Igreja mostra o “amor radical de Jesus”, aberta para receber todo tipo de gente. Ele, que é transformista, fez uma apresentação este ano.
Ele conta que o primeiro evento do tipo ocorreu em 2011 e vem crescendo a cada ano. Porém, o diferencial é que em 2015 ele ocorreu tanto em um clube LGBT da cidade (no sábado) quanto no templo da igreja (domingo). O dinheiro dos ingressos do sábado e da coleta especial do domingo será doada para o grupo LGBT da igreja que faz “trabalhos sociais”.
A revista Charisma fez um alerta. A articulista Jennifer LeClaire adverte os cristãos para que rejeitem este tipo de perversão. Ela faz um apelo a todos os evangélicos, pois reconhece que esse tipo de maculação dos templos pode se tornar cada vez mais comum, enquanto as igrejas procuram se adequar ao discurso do que é “politicamente correto”.
“Cabe a nós ficar na brecha. Cabe a nós chorar entre o alpendre e o altar. Cabe a nós orar sem cessar. Cabe a nós decretar e declarar a vontade de Deus sobre a terra. Cabe a nós falar a verdade em amor. Cabe a nós levar o evangelho a nossa cidade. Sim, eu acredito que as trevas e a perversão estão aumentando, mas sei que a glória do Senhor irá se erguer e brilhar sobre nós novamente”, escreveu.

Para brasileiros, Igreja é a instituição que mais inspira confiança

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A Confederação Nacional de Transporte (CNT), em parceria com o instituto MDA, divulgou uma nova pesquisa nesta terça (21). Chama atenção que enquanto os índices de confiança nos políticos continuam baixos, aumentou o número de brasileiros que afirma confiar na igreja.
Para 53,5% da população, a Igreja é a instituição mais confiável do Brasil. Em seguida vêm as Forças Armadas (15,5%) e a Justiça (10,1%). A polícia conta com a confiança de apenas 5%.
Na outra ponta da tabela, as instituições menos confiáveis são os partidos políticos (0,1%), em seguida o Congresso Nacional (0,8%), o governo (1,1%) e a imprensa (4,8%).
Questionados sobre a regularidade, a Igreja tem “sempre a confiança” de 43% (11,7% afirmam não confiar nunca). Quem apresentou maior equilíbrio foram as Forças Armadas (19,2% confiam sempre e 17,2% não confiam nunca), e o mais desigual foi a Justiça (10,5% confiam sempre e 24,8% não confiam nunca).
A maior rejeição foi aos partidos: 73,4% disseram não confiar nunca, enquanto o Legislativo ficou com 51,6% dos que não confiam nunca.
O levantamento ouviu 2.002 pessoas entre os dias 12 e 16 de julho, em 137 municípios de 25 Estados. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Esta mesma pesquisa indica que para os brasileiros, 53,4% acredita que a corrupção é um dos principais problemas do país. Para 37,1%, a corrupção é o principal problema, enquanto 7,8% considera que a corrupção é um problema, porém não está entre os principais.
Em contraste com uma pesquisa similar da mesma instituição realizada dois anos atrás, observa-se que a Igreja ficou em primeiro lugar no quesito confiança, com 37,5%. Em segundo lugar estava a Polícia Federal, com 13,8% seguida pelo Supremo Tribunal Federal com 8,2% dos votos.
Os menos confiáveis eram o Congresso Nacional, o Senado ficou com 0,7% e a Câmara com 0,6%

'Esse é um verdadeiro profissional', opina Sonia sobre postura de Chimbinha

SuperPop


'Esse é um verdadeiro profissional', opina Sonia sobre postura de Chimbinha

'Se você for olhar apenas pelo ângulo profissional, nota dez para ele', afirma a jornalista. Sonia Abrão continua: 'ele aguentou as maiores humilhações no palco'. A jornalista reafirma que não apoia traição, mas analisa a postura profissional do guitarrista.

Israel está entre os países menos religiosos do mundo

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Segundo pesquisa 57% dos israelenses não são religiosos e 8% são ateus
A Terra Santa, local que atrai milhões de turistas todos os anos, está entre os países menos religiosos do mundo. É isso que mostra uma pesquisa internacional realizada pela Gallup International junto ao Worldwide Independent Network of Market Research.
Segundo este estudo, 63% da população mundial se considera religiosa, em Israel esse número é de 30%. Em compensação, 57% dos entrevistados no país disseram não ser religiosos e 8% responderam que são ateus. Os outros 5% não quiseram responder.
O jornal econômico israelense “Globes” divulgou a pesquisa e comparou com os demais países. Nos territórios da Cisjordânia e de Gaza, apenas 19% dos entrevistados disseram não ser religiosos.
O número de não religiosos em Israel não é muito diferente do número encontrado na China onde 61% dos entrevistados se declararam ateus. Hong Kong tem 34% de não religiosos, o Japão tem 31%, a República Tcheca tem 30% e a Espanha 20%.
A pesquisa foi realizada com 63.898 pessoas em 65 países e também anotou as nações mais religiosas: Tailândia, com 94%; Armênia, com 93%; Bangladesh tem 93%; Georgia também com 93%; assim como Marrocos 93%; Fiji tem 92% e África do Sul com 91%. Com informações Terra

Jovens cristãos são generosos e ofertam regularmente para obras sociais, revela pesquisa

A generosidade na área financeira é uma das características que definem os jovens cristãos entre 18 e 37 anos, de acordo com o relatório de uma recente pesquisa.
A Aliança Evangélica do Reino Unido descobriu em seu levantamento que a disposição em doar dos jovens cristãos nessa faixa etária é significativa, com aproximadamente metade do universo pesquisado sendo dizimistas fiéis.
O levantamento descobriu ainda que as doações, seja para o dízimo, seja para obras sociais, não se resumem aos 10% da doutrina mais comum em relação à contribuição. Muitos se abrem para as ofertas espontâneas e não estipuladas.
Se os dados obtidos forem separados por etnias, os jovens cristãos negros surgem como um grupo ainda mais generoso: 60% deles são doadores fiéis de dízimos e ofertas. Já em relação aos caucasianos, a média cai para 40%.
Essa geração de jovens cristãos reflete ainda uma característica adotada pelas igrejas pentecostais, com maior dedicação à oração do que à leitura da Bíblia Sagrada. A pesquisa revelou que 63% dos entrevistados oram diariamente, enquanto apenas 25% se dedica à leitura diária da Bíblia.
“Nossa pesquisa mostra que nem todos os jovens estão deixando a igreja em massa. Eles são apaixonados pela oração e compartilham sua fé. No entanto, ainda há trabalho a ser feito”, disse Steve Clifford, diretor da Aliança Evangélica do Reino Unido.A jornada de fé de 49% dos entrevistados é baseada no ensino recebido nas igrejas que frequentam, enquanto os demais se orientam pelo que aprendem em podcasts, blogs, vídeo e redes sociais.
Porém, mesmo com essa revelação sobre a maioria dos jovens construindo sua base espiritual a partir de fontes múltiplas de ensinos, a pesquisa descobriu que 89% frequentam a igreja semanalmente, enquanto 10% vão aos cultos mensalmente, e 1% com uma frequência ainda menor.A jornada de fé de 49% dos entrevistados é baseada no ensino recebido nas igrejas que frequentam, enquanto os demais se orientam pelo que aprendem em podcasts, blogs, vídeo e redes sociais.

Cresce o número de pastores que veem islamismo e cristianismo como religiões semelhantes

O surgimento de uma vertente apelidada de “crislamismo”, que enxerga o cristianismo e o islamismo como religiões “semelhantes” levou o instituto LifeWay Research a fazer uma pesquisa com pastores e descobrir quantos deles são simpáticos a essa interpretação.
O resultado surpreendente mostrou que 17% dos pastores protestantes dos Estados Unidos são propensos a relacionar as duas crenças. O relatório do LifeWay Research considera o “segmento pequeno, mas crescente”, e chama atenção para o fato de que há cinco anos, o número de líderes evangélicos com essa visão era de 9%.
“Para entender os dados, você tem que entender que os pastores protestantes não são de uma mente. E mentes estão mudando em mais de uma direção”, afirmou Ed Stetzer, diretor executivo da LifeWay Research, lembrando da heterogeneidade teológica existente no meio protestante.
“Além disso, é importante notar que, enquanto pastores parecem estar cada vez mais familiarizado com o islamismo, a mesma grande maioria reconhece diferenças inconfundíveis entre a religião muçulmana e o cristianismo”, pontuou Stetzer, segundo informações do Gospel Herald.
A pesquisa, realizada com um grupo de 1.000 pastores, também descobriu que 50% dos entrevistados entendem que o islamismo “promove a caridade”. Na pesquisa de cinco anos atrás, esse número era de 33%.
32% dos pastores descreveram o islamismo como “espiritualmente bom”, número bem acima dos 19% registrados no levantamento anterior; enquanto 24% descrevem a religião como “tolerante”, contra 16% que manifestaram essa opinião na outra pesquisa.No entanto, quando perguntados qual das descrições mais populares está mais perto de suas crenças, 59% dos pastores evangélicos apontaram a descrição do pastor Franklin Graham, que a define como “uma religião muito má”.
A pesquisa engloba o contexto do crescente número de norte-americanos que adotam o islamismo como religião, e a consequente popularização de discursos que se diferem daqueles adotados pelos extremistas do Oriente Médio e da África.

Pastor encoraja Igreja a “nunca comprometer princípios” e diz que ativismo gay é “autodestrutivo”

O pastor e escritor Michael Brown encorajou os cristãos a permanecerem firmes nos ensinamentos da Bíblia Sagrada em relação à homossexualidade, mas ponderou que o assunto deve ser encarado de maneira pacífica, sem incentivos ao enfrentamento com ativistas gays.
Brown palestrou em uma conferência anula promovida pelo Seminário Evangélico do Sul no templo da Calvary Church, segundo informações do Christian Post. No evento, o pastor afirmou que “a agenda LGBT não vai durar mais que o testemunho cristão”, e que por isso, a postura sobre o assunto deve ser de perseverança.
“A revolução gay tem as sementes da autodestruição dentro de si”, disse Brown, contundente. Num recado às igrejas que se recusam a abordar temas ligados às requisições feitas pela militância homossexual, o pastor disse que essa postura é equivocada, e que esses pontos “absolutamente devem ser abordados”.
“Resistam à agenda ativista gay com coragem […] com corações de compaixão e uma espinha dorsal de aço”, orientou o pastor, para que o barulho causado pela ideologia do movimento não faça a igreja se curvar às suas demandas. “Jesus andava com os publicanos e pecadores, sim, mas ele não os ensinava a extorquir mais dinheiro ou dormir com mais homens”, contextualizou.O pastor observou ainda que os “ativistas LGBT terem passado de intimidados a intimidadores”, e que justamente por isso o movimento é autodestrutivo. “Se você apenas falar que uma criança deve ter uma mãe e meu pai, hoje você vai ser odiado, vilipendiado”, exemplificou.
Por fim, o pastor encorajou os presentes a “nunca comprometerem seus princípios”, manter a “distinção de gênero” e “recusar a redefinição de casamento”, e ainda aconselhou que as igrejas resistam à tentação de “vender a alma para ser relevante” no atual cenário da sociedade.
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